Enquanto isso em Curitiba: Zoológico

Olha, eu confesso que a minha primeira reação foi digamos, diminuir um pouquinho a importância do Zôo de Curitiba quando meu namorado, tal qual um menino de oito anos, olhou para mim e pediu “vamos ao zoológico?” Tentei argumentar dizendo que o lugar não era lá essas coisas, que não valia a pena, que era longe; mas nada fez ele mudar de ideia. A verdade mesmo era que eu não queria ir porque já  o conhecia  e, o mais importante, fica longe, muito longe da minha casa. Fomos num sábado de sol e calor. Se você quer conhecer o Zôo e assim como eu tem que encarar um busão, acho que o melhor caminho é pegar o biarticulado Boqueirão no centro, descer no ponto final (também conhecido como terminal do Boqueirão) e lá pegar um ônibus chamado Zoológico (mais fácil impossível). Devido às férias escolares e também por causa do dia ensolarado havia bastantes pessoas no Zôo, principalmente crianças.

O lugar é bem cuidado, espaçoso e com muita vegetação. Os vendedores ambulantes não entram lá, ficam só no estacionamento e assim não tem criança chorando por causa de algodão doce e nem lixo pelo chão. Dá pra tirar um monte de fotos e andar até cansar. Enquanto eu descansava sob a sombra de alguma árvore o namorado se divertia tirando fotos.

O que falta por lá são plaquinhas indicando o nome dos animais, de que parte do mundo eles são, o que comem, etc. Alguns tinham plaquinhas mas bem apagadas e outros não tinham nada.

Para as crianças tudo o que estava nadando nos lago era pato, o que pastava era cavalo e os que tinham asas eram galinhas. Será que eu acerto o nome de todos os bichos?

Cervo?

Patos? Vejam esses 4 menorzinhos. Quase não dava para enxergar de longe.

Girafa né!

Parece a Zebra de Madagascar

Hummm, esse eu não sei. Cavalo? hahaha

Arara, embora as crianças jurem ser um papagaio. Pelo menos não foi chamada de galinha.